Universidade de Chicago quer cancelar palavra “obesidade” por considerá-la racista

A Universidade de Illinois, na cidade de Chicago, publicou um artigo do departamento de saúde que critica o uso do termo “obesidade”. A informação é do jornal New York Post.

Para a nutricionista autora do texto, Amanda Montgomery, a palavra deve ser evitada porque é usada de forma racista por cientistas, que se referem a ela para usar “gordura e características corporais diferentes para classificar os negros como menos civilizados e como forma de justificar a escravidão, o racismo e o classismo e controlar as mulheres, escreveu o Post.

Em outro parágrafo, a nutricionista fala das injustiças no sistema alimentar americano, e aproveita a oportunidade para explicar as origens racistas dos Estados Unidos:

“Embora fatores de estilo de vida, como nutrição e exercícios, sejam importantes, é essencial observar o racismo histórico e as injustiças em nosso ambiente alimentar atual. Conforme apresentado por Soul Fire Farm (33), o sistema alimentar dos EUA é construído em terras roubadas usando mão de obra roubada de povos indígenas, negros e latinos.”

Não é a primeira vez que a esquerda avança sobre o emprego tradicional de vernáculos.

Na Califórnia, já se cogita abandonar o uso da palavra “chefe”, na hierarquia do mundo corporativo. O motivo é não ofender o povo indígena. Ainda nos Estados Unidos, a Associação Nacional de Professores de Ciência recomendou o abandono da palavra “mãe”; em seu lugar, deve ser usada a expressão “pessoas com ovário”.

Confira:

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