Universidade americana remove “pedra racista” do campus, depois de denúncia de ativistas

Na última sexta-feira, a Universidade de Wisconsin realizou o trabalho de extração de uma rocha gigante em seu campus.

A pedra, batizada de Chamberlin Rock, leva o nome de um antigo diretor da universidade, Thomas Crowder Chamberlin, que foi acusado de racista em um artigo de jornal em 1925, informou o Breitbart. O grupo Ku Klux Klan também era ativo no campus nesse tempo.

Juliana Bennett, uma estudante universitária que é a representante do campus no Conselho Municipal de Madison, afirmou que colocar a pedra em outro lugar foi um passo para um campus mais inclusivo.

“Este momento é sobre os alunos, do passado e do presente, que defenderam implacavelmente a remoção deste monumento racista”, comentou ela. “Agora é um momento para todos nós alunos para respirarmos de alívio e nos orgulharmos de nossa resistência, e para começar a cura.”

Grupos de estudantes negros e indígenas começaram uma forte campanha ano passado para a remoção da pedra.

“Remover a rocha como um monumento em um local de destaque evita maiores danos à nossa comunidade, ao mesmo tempo que preserva o valor da pesquisa educacional da rocha para nossos alunos atuais e futuros”, afirmou Gary Brown, diretor de planejamento do campus.

O peso da rocha foi estimado em 42 toneladas.

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